"Amar é sempre ser vulnerável. Ame qualquer coisa e certamente seu coração vai doer e talvez se partir. Se quiser ter a certeza de mantê-lo intacto, você não deve entregá-lo à ninguém, nem mesmo a um animal. Evite qualquer envolvimento, guarde-o na segurança do esquife de seu egoísmo. Mas nesse esquife – seguro, sem movimento, sem ar – ele vai mudar. Ele não vai se partir – vai tornar-se indestrutível, impenetrável, irredimível. A alternativa a uma tragédia ou, pelo menos, ao risco de uma tragédia é a condenação.
“Estado Civil:
( ) Namorando.
( ) Casado.
( ) Solteiro.
(x) Mais cinco doses por favor, com gelo e energético! Porque esse tipo de pergunta mexe com meu psicológico!”